Comentário07 fevereiro

Incerteza política faz investimento de risco em tecnologias limpas cair no EUA

Os investimentos de risco em energia limpa caíram 4,5% no EUA, em 2011. A incerteza política teve mais impacto negativo que a fragilidade da economia. Os investimentos globais do setor, porém, cresceram 5% e os investimentos em setores “maduros” de energia renovável (eólica, fotovoltaica e baterias para carros elétricos) cresceram 253%. Na China e na Índia os investimentos em energia renovável continuam a crescer. Leia Mais »

Trilhas20 janeiro

BNDES e FINEP financiam etanol de segunda geração

Sérgio Abranches

O BNDES e a FINEP vão financiar a pesquisa e desenvolvimento de etanol celulósico até a fase de projeto piloto, informa o Valor Econômico. Leia Mais »

Comentário12 janeiro

Chegada de diesel com menos enxofre não é motivo para comemorar

Estamos atrasados na redução do teor de enxofre do diesel. Este ano deveria começar com o S50 (50 partículas de enxofre por milhão- ppm) nos postos, para substituir o diesel com 500 ppm, usado no Rio de Janeiro e São Paulo. No resto do país, é diesel com 2000 ppm, um absurdo. Mas quem vai aos postos não encontra o S50, ou encontra os dois – o sujo e o mais limpo – como se fossem opcionais. O novo é mais caro, os motoristas preferem o velho. Leia Mais »

Comentário10 janeiro

Subsídios encarecem energia e impedem mudança no Brasil

Os brasileiros pagarão na conta de luz mais de 20 bilhões de reais para subsidiar uma política energética cheia de equívocos e erros graves de planejamento, estratégia e à qual falta visão para o futuro. Os custos desses subsídios vêm subindo fortemente. Além de encarecer a eletricidade, os subsídios promovem a ineficiência, estimulam o uso de energia suja e tornam ainda mais difícil a mudança para energia renováveis limpas. Leia Mais »

Comentário09 janeiro

Chuvas revelam omissão dos governos com a segurança da população

Governos, Judiciário e Legislativo não entenderam ainda que a realidade climática mudou. Já está chovendo mais em períodos concentrados, aumentando o perigo de desastres. O risco já é mais alto e permanente. O quadro já é mais grave. Mas os governos continuam atrasados, reagem, ao invés de agir. Os recursos são manipulados politicamente. Não há sentimento de urgência, nem prioridade. Leia Mais »

COP1713 dezembro

O IPCC comenta a Plataforma de Durban na COP17

O Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), que fornece a formuladores de políticas públicas o estado atual da ciência do clima, divulgou hoje uma declaração sobre o resultado da COP17, em Durban. Mostra preocupação com a decisão de “adotar um acordo legal universal sobre mudança climática o mais rápido possível, mas não depois de 2015, para vigorar em 2020.” O acordo de Durban reafirma a decisão de rever os compromissos de Copenhague/Cancún de reduzir as emissões à luz do próxio relatório do IPCC, a ser divulgado em 2013. O IPCC foi consultado sobre que impacto esses acordos terão no aquecimento global. “Deve-se adotar ações rapidamente para cortar as emissões para evitar uma elevação destrutiva nas temperaturas mundiais, mostram os resultados do Painel do Clima.”

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