Comentário02 fevereiro

Empresas podem ser obrigadas a publicar impacto ambiental

Sérgio Abranches

Obrigar as empresas a ter relatórios quantificados do seu impacto ambiental, abrangendo todo o ciclo de produção, com padrões definidos, verificáveis e comparáveis, faz sentido, pode dar bons resultados e será tema em discussão na Rio+20. Leia Mais »

Trilhas20 janeiro

BNDES e FINEP financiam etanol de segunda geração

Sérgio Abranches

O BNDES e a FINEP vão financiar a pesquisa e desenvolvimento de etanol celulósico até a fase de projeto piloto, informa o Valor Econômico. Leia Mais »

Comentário16 janeiro

Investimento global em tecnologia verde cresceu em 2011 apesar da crise

Sérgio Abranches

Os investimentos globais em tecnologias limpas, as fusões e aquisições, cresceram de forma expressiva em 2011, apesar da crise. A maior parte desse crescimento foi sustentada pelos investimentos no EUA, particularmente na Califórnia. Na Europa e em Israel, eles caíram. Leia Mais »

Comentário12 janeiro

Chegada de diesel com menos enxofre não é motivo para comemorar

Estamos atrasados na redução do teor de enxofre do diesel. Este ano deveria começar com o S50 (50 partículas de enxofre por milhão- ppm) nos postos, para substituir o diesel com 500 ppm, usado no Rio de Janeiro e São Paulo. No resto do país, é diesel com 2000 ppm, um absurdo. Mas quem vai aos postos não encontra o S50, ou encontra os dois – o sujo e o mais limpo – como se fossem opcionais. O novo é mais caro, os motoristas preferem o velho. Leia Mais »

Comentário10 janeiro

Subsídios encarecem energia e impedem mudança no Brasil

Os brasileiros pagarão na conta de luz mais de 20 bilhões de reais para subsidiar uma política energética cheia de equívocos e erros graves de planejamento, estratégia e à qual falta visão para o futuro. Os custos desses subsídios vêm subindo fortemente. Além de encarecer a eletricidade, os subsídios promovem a ineficiência, estimulam o uso de energia suja e tornam ainda mais difícil a mudança para energia renováveis limpas. Leia Mais »

Comentário23 novembro

Governo facilita atividade econômica sem considerar risco climático e ambiental

Decisões do governo brasileiro nos campos da energia, em relação a unidades de conservação, ou sua omissão na discussão do Código Florestal mostram que as políticas públicas não consideram o risco climático, nem o risco de danos ambientais irremediáveis. Leia Mais »