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	<title>Ecopolitica &#187; CBN</title>
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	<description>Política Mudança Climática Século XXI</description>
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		<title>Sustentabilidade no governo: choque de interesses, práticas contraditórias</title>
		<link>http://www.ecopolitica.com.br/2011/04/18/sustentabilidade-no-governo-choque-de-interesses-praticas-contraditorias/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 14:13:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sabranches</dc:creator>
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Sérgio Abranches
Os governos, as agências públicas deveriam ser exemplos de responsabilidade social e ambiental. Mas não são. Muitas fazem parte da rede de transgressão que sabota nossa legislação e nossas políticas ambientais.
Como pode o BNDES ser o gestor do Fundo Amazônia, destinado a proteger a floresta e promover o desenvolvimento sustentável da região, e financiar [...]]]></description>
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<p style="text-align: center;">Sérgio Abranches</p>
<p>Os governos, as agências públicas deveriam ser exemplos de responsabilidade social e ambiental. Mas não são. Muitas fazem parte da rede de transgressão que sabota nossa legislação e nossas políticas ambientais.<span id="more-1866"></span></p>
<p>Como pode o BNDES ser o gestor do Fundo Amazônia, destinado a proteger a floresta e promover o desenvolvimento sustentável da região, e financiar empresas e se associar a empreendimentos acusados pelo Ministério Público Federal de contribuir para o desmatamento e a prática de trabalho escravo?</p>
<p>O MPF do Pará <a href="http://www.ecopolitica.com.br/2011/04/01/ministerio-publico-processa-banco-do-brasil-e-banco-da-amazonia/">está processando</a> o Banco do Brasil e o Banco da Amazônia por terem financiado empreendimentos autuados por desmatamento e outras transgressões ambientais e por práticas similares às de trabalho escravo. O Banco do Brasil <a href="http://www.ecopolitica.com.br/2011/04/07/banco-do-brasil-reconhece-falhas-na-amazonia-e-adota-medidas-de-correcao/">respondeu prontamente</a>, fez levantamento e análise de seus empréstimos contestados e descobriu que falhas operacionais haviam permitido erros de decisão. Tomou a decisão de alterar os procedimentos na região, para evitar que esse tipo de falha ocorra novamente. Do Banco da Amazônia, nada se ouviu.</p>
<p>O Ministério Público Federal no Acre <a href="http://www.ecopolitica.com.br/2011/04/14/ministerio-publico-processa-frigorificos/">está processando</a> 14 frigoríficos por terem comercializado em 2009 e 2010 mais de 2 milhões de toneladas de carne ilegal. Essa carne teria sido adquirida de fazendas autuadas por desmatamento ou práticas similares a trabalho escravo. Comentei na CBN que vários desses frigoríficos eram financiados com recursos públicos. Em sua <a href="http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2011/04/17/os-campeoes-375160.asp">coluna de domingo</a>, 17 de abril, Míriam Leitão mostrou que um deles, o JBS-Friboi, recebeu mais de R$ 7 bilhões do BNDES, que é seu sócio.</p>
<p>O BNDES se considera uma instituição que adota práticas de sustentabilidade e responsabilidade social e ambiental. Mas essa auto-imagem entra em choque recorrente com suas operações concretas. Financia termelétricas a combustível fóssil, não adota critérios de responsabilidade social e ambiental em todas as suas operações. Era de se esperar que, pelo menos para empresas que atuam na Amazônia, o banco adotasse critérios mais rígidos. Afinal, como gestor do Fundo Amazônia, tem obrigações bastante concretas. No mínimo, com relação a empresas que operam ou podem vir a operar na Amazônia, no BNDEs deveria fazer uma completa due diligence, uma auditoria prévia, para ver se a empresa tem credenciais de responsabilidade social e ambiental que a credenciam a operar na Amazônia financiada com recursos do público, especialmente aqueles sob a guarda do gestor do Fundo Amazônia.</p>
<p>Essa contradição no comportamento do BNDES reflete uma contradição da política governamental como um todo no Brasil. Temos legislação ambiental bastante efetiva na letra, mas desobedecida urbi et orbi, inclusive pelos governos. Temos um compromisso internacional de redução de gases de efeito estufa, mas as políticas industrial, de energia e de transportes do Brasil dão prioridade a atividades de alto carbono, logo alta emissão. Temos metas de redução do desmatamento, mas agentes federais sistematicamente financiam empresas que contribuem para o desmatamento. Programas federais prioritários, todos no PAC, são, hoje, os maiores vetores de desmatamento na Amazônia: estradas e grandes hidrelétricas. A política energética dá mais espaço a termelétricas que a usinas eólicas e despreza a energia solar. Até agora não foi homologada no Brasil sequer a tecnologia que permite a auto-geração solar eólica e a integração ao sistema. Essa tecnologia permite grande economia de consumo doméstico de energia do sistema e, para os grandes consumidores, a redução substancial na conta de luz compensaria arcar com o investimento.</p>
<p>Essas contradições aparecem também na área social. O Ministério do Trabalho tem um programa de cooperação com a OIT, ONGs e empresas, para coibir o trabalho similar ao trabalho escravo no Brasil. Entretanto, toda hora, há flagrantes de empreendimentos financiados e subsidiados por outras agências do Governo Federal, submetendo seus trabalhadores a condições degradantes de trabalho forçado.<br />
Da mesma maneira que as empresas têm que embutir a sustentabilidade na sua lógica de decisão, os governos precisam embutí-la na formulação de todas as políticas e nos critérios de alocação de verbas públicas. É claro que os governos não estão obrigados a fazer respeitar a lei e cuidar da aplicação dos princípios de responsabilidade social e ambiental apenas na Amazônia. Deveria ser padrão geral de comportamento.</p>
<p><iframe src='http://www.cbn.com.br/Player/player.htm?audio=2011/colunas/ecopolitica_110418&#038;OAS_sitepage=cbn/comentarios/sergioabranches' width='475' height='193' marginheight='0' marginwidth='0' frameborder='0' scrolling='no' bgcolor='#CCCCCC'/></iframe></p>
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		<title>O orçamento e o meio ambiente no EUA</title>
		<link>http://www.ecopolitica.com.br/2011/04/12/o-orcamento-e-o-meio-ambiente-no-eua/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 17:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sabranches</dc:creator>
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Sérgio Abranches
O impasse sobre o orçamento entre a Casa Branca e o Capitólio representou um sério perigo para o ambiente e a pesquisa científica. O maior perigo passou. Mas os incentivos para energia limpa ainda podem sofrer.


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			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: center;">Sérgio Abranches</p>
<p>O impasse sobre o orçamento entre a Casa Branca e o Capitólio representou um sério perigo para o ambiente e a pesquisa científica. O maior perigo passou. Mas os incentivos para energia limpa ainda podem sofrer.<span id="more-1851"></span></p>
<p><iframe src='http://www.cbn.com.br/Player/player.htm?audio=2011/colunas/ecopolitica_110408&#038;OAS_sitepage=cbn/comentarios/sergioabranches' width='475' height='193' marginheight='0' marginwidth='0' frameborder='0' scrolling='no' bgcolor='#CCCCCC'/></iframe></p>
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		<title>Vantagem do motor flex depende do preço do álcool</title>
		<link>http://www.ecopolitica.com.br/2010/12/28/vantagem-do-motor-flex-depende-do-preco-do-alcool/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Dec 2010 15:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sabranches</dc:creator>
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Carro flex depende do preço do combustível. Entressafra, preços elevados do açúcar no mercado global de commodities, exportaçōes pressionando oferta doméstica, tudo afeta o comportamento do consumidor.
A diferença de preço dirá se o consumidor sairá do posto com o tanque cheio de etanol, emitindo menos, ou cheio de gasolina, emitindo mais. Para ele preferir o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>Carro flex depende do preço do combustível. Entressafra, preços elevados do açúcar no mercado global de commodities, exportaçōes pressionando oferta doméstica, tudo afeta o comportamento do consumidor.<span id="more-1447"></span></p>
<p>A diferença de preço dirá se o consumidor sairá do posto com o tanque cheio de etanol, emitindo menos, ou cheio de gasolina, emitindo mais. Para ele preferir o etanol é preciso que o seu preço esteja mais de 30% abaixo do preço da gasolina.</p>
<p>Semana passada, segundo dados da ANP apurados pela Agência Estado, o preço do etanol só oferecia vantagem ao consumidor em seis estados e no DF. São Paulo, o maior centro produtor e consumidor, estava entre eles, mas a diferença, de 31,9%, provavelmente já não era suficiente para incentivar a preferência pelo álcool.</p>
<p>Sem vantagem de preço para o etanol, o carro flex vira um carro predominantemente a gasolina.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Twitter: ferramenta de jornalismo cooperativo e difusão de informações ambientais.</title>
		<link>http://www.ecopolitica.com.br/2010/08/12/twitter-ferramenta-de-jornalismo-cooperativo-e-difusao-de-informacoes-ambientais/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 22:14:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sabranches</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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Sérgio Abranches
Nem sempre é preciso estender o texto dos tuítes para que a informação seja correta e completa.
@betoverissimo Imazon e Inpe confirmam avanço do desmatamento no sul do estado do Amazonas. Até pouco tempo citado como o mais conservado da região.
@abranches RT @betoverissimo Imazon e Inpe confirmam avanço do desmatamento no sul do Amazonas. Até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.ecopolitica.com.br%2F2010%2F08%2F12%2Ftwitter-ferramenta-de-jornalismo-cooperativo-e-difusao-de-informacoes-ambientais%2F&amp;source=abranches&amp;style=normal&amp;service=bit.ly&amp;hashtags=Amaz%C3%B4nia,CBN,desmatamento,jornalismo,Twitter&amp;b=2" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p>Sérgio Abranches</p>
<p>Nem sempre é preciso estender o texto dos tuítes para que a informação seja correta e completa.<span id="more-1116"></span></p>
<p>@<a href="http://twitter.com/betoverissimo">betoverissimo</a> Imazon e Inpe confirmam avanço do desmatamento no sul do estado do Amazonas. Até pouco tempo citado como o mais conservado da região.</p>
<p>@<a href="http://twitter.com/abranches">abranches</a> RT @betoverissimo Imazon e Inpe confirmam avanço do desmatamento no sul do Amazonas. Até pouco citado como o mais conservado da região.</p>
<p>@<a href="http://twitter.com/gcamara">gcamara</a> Confirmado: A pressão no Sul do Amazonas aumentou com a melhoria da ligação entre Lábrea e o Rio Branco (BR-317).</p>
<p>@<a href="http://twitter.com/abranches">abranches</a> INPE e Imazon apontam aumento do desmatamento no Sul do Amazonas, área antes mais preservada, meu comentário na #CBN: <a href="http://bit.ly/bCJKmU">http://bit.ly/bCJKmU</a></p>
<p>@<a href="http://twitter.com/gcamara">gcamara</a> @<a href="http://twitter.com/abranches">abranches</a> Bom comentario. Após reduzir as forças privadas do desmatamento (soja e carne), é preciso lidar com impactos de ações públicas.</p>
<p>@<a href="http://twitter.com/abranches">abranches</a> @<a href="http://twitter.com/gcamara">gcamara</a> Obrigado. Precisamos mesmo completar com sucesso o ciclo de proteção à Amazônia para podermos investir mais para salvar o cerrado.</p>
<p>@<a href="http://twitter.com/gcamara">gcamara</a> O impacto do TerraLegal na AMZ parece ser positivo. Mas é preciso esperar os resultados do PRODES para ver onde estão os pequenos desmatesabranches</p>
<p>@<a href="http://twitter.com/abranches">abranches</a> RT @<a href="http://twitter.com/gcamara">gcamara</a>: O impacto do TerraLegal na AMZ parece ser positivo. Mas precisa esperar dados do PRODES p/ ver onde estão os pequenos desmates.</p>
<p>@<a href="http://twitter.com/paulogbarreto">paulogbarreto</a> @gcamara vetores + prováveis do desmatamento atual &#8211; crédito subsidiado para pequenos imóveis, agricultura subsistencia e doação de terras</p>
<p>@<a href="http://twitter.com/gcamara">gcamara</a> As estradas sempre terão  impacto no desmatamento, especialmente qdo as taxas caem. Tirem as grandes causas, ficam as pequenas.</p>
<p>@<a href="http://twitter.com/nilodavila">nilodavila</a> @<a href="http://twitter.com/abranches">abranches</a> @<a href="http://twitter.com/gcamara">gcamara</a>: Em Lábrea Terralegal tem 300 mil ha em cadastro 80% com mais de 4 modulos. Maior concentração no eixo da BR317</p>
<p>@<a href="http://twitter.com/abranches">abranches</a> RT @<a href="http://twitter.com/nilodavila">nilodavila</a>: @<a href="http://twitter.com/abranches">abranches</a> @<a href="http://twitter.com/gcamara">gcamara</a>: Em Lábrea, Terralegal tem 300 mil ha em cadastro 80% c/+ 4 modulos. Maior concentração no eixo da BR317.</p>
<p>@<a href="http://twitter.com/gcamara">gcamara</a> @<a href="http://twitter.com/abranches">abranches</a> Como disse antes, é preciso cautela pois dados do DETER são parciais. 75% dos desmatamentos em 2009 foram menores que 50 ha.</p>
<p>@<a href="http://twitter.com/abranches">abranches</a> RT @<a href="http://twitter.com/gcamara">gcamara</a>: @abranches Como disse antes, é preciso cautela os dados do DETER são parciais. 75% dos desmatamentos em 2009 foram &lt; que 50 ha.</p>
<p>Não há necessidade de mais palavras. Está tudo contado aí.</p>
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		<title>Tetos brancos &#8211; ou verdes &#8211; é coisa séria em matéria de mudança climática</title>
		<link>http://www.ecopolitica.com.br/2010/07/26/tetos-brancos-ou-verdes-e-coisa-seria-em-materia-de-mudanca-climatica/</link>
		<comments>http://www.ecopolitica.com.br/2010/07/26/tetos-brancos-ou-verdes-e-coisa-seria-em-materia-de-mudanca-climatica/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 20:15:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sabranches</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[CBN]]></category>
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		<description><![CDATA[
			
				
			
		
Sérgio Abranches
Vamos pintar nossos telhados de branco? Será que isso faz mesmo sentido ou estamos diante de mais uma lenda urbana?
Sexta-feira, 23 de julho, um tuíte de @monica_nunes na minha “timeline” dizia o seguinte:
Vamos!! One Degree Less! RT @psustentavel: Vamos pintar nossos telhados? http://migre.me/Z91V #PlanetaUrgente
11:19 AM Jul 23rd via Echofon
Era um retuíte de Mônica Nunes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.ecopolitica.com.br%2F2010%2F07%2F26%2Ftetos-brancos-ou-verdes-e-coisa-seria-em-materia-de-mudanca-climatica%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.ecopolitica.com.br%2F2010%2F07%2F26%2Ftetos-brancos-ou-verdes-e-coisa-seria-em-materia-de-mudanca-climatica%2F&amp;source=abranches&amp;style=normal&amp;service=bit.ly&amp;hashtags=CBN,cidades,energia,futuro,gases+estufa,mudan%C3%A7a+clim%C3%A1tica,pol%C3%ADticas+p%C3%BAblicas,sustentabilidade&amp;b=2" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p>Sérgio Abranches<br />
Vamos pintar nossos telhados de branco? Será que isso faz mesmo sentido ou estamos diante de mais uma lenda urbana?<span id="more-1080"></span></p>
<p>Sexta-feira, 23 de julho, um tuíte de @monica_nunes na minha “timeline” dizia o seguinte:</p>
<blockquote><p>Vamos!! One Degree Less! RT @psustentavel: Vamos pintar nossos telhados? http://migre.me/Z91V #PlanetaUrgente<br />
11:19 AM Jul 23rd via Echofon</p></blockquote>
<p>Era um retuíte de Mônica Nunes, editora do Planeta Sustentável, apontando para um post do jornalista José Eduardo Mendonça, que perguntava: “Vamos pintar nossos telhados?”</p>
<p>Respondi:</p>
<blockquote><p>@monica_nunes já pintei o meu telhado e recomendo: enorme redução no uso de ar condicionado<br />
03:52:39 PM Jul via Seesmic</p></blockquote>
<p>De fato, pintei o telhado preto do meu escritório com uma tinta especial, branca, que tem alta refletividade e alta irradiação de infra-vermelhos. O segundo andar ficava insuportável no verão e exigia ar condicionado o tempo todo, na menor temperatura possível. Mais que insustentável, era desconfortável e caro. Custo de luz muito alto. Manutenção do ar condicionado muito cara, porque, ao ser exigido no limite, dava problema com frequência. A pintura do telhado zerou o problema. Agora, ar condicionado só no pico do calor. Ajustado para 24o-25o fica confortável e só é necessário mantê-lo ligado durante as duas ou três horas de maior calor do dia. Fora o verão, as salas ficam frias e pedem agasalho, mesmo quando só dá para ficar na rua de camiseta.</p>
<p>Nessa minha tarefa diária de pesquisar tendências de todo tipo que afetem a ordem social presente e futura, aprendi a necessidade de pôr o foco central na mudança climática. Não é minha preocupação exclusiva, mas é um foco diretor. Sustentabilidade passou a se estruturar em torno da mudança climática, ou da “descarbonização” da estrutura sócio-econômica contemporânea. Há outras dimensões de sustentabilidade? Há. Mas a questão das emissões de carbono é a dimensão central e dominante.</p>
<p>Há muita controvérsia sobre a relação séria, relevante, que possa haver entre telhados brancos e mudança climática. Essa troca de tuítes com a @monica_nunes, depois retuitada pelo @psustentavel, fez com que muitas pessoas me perguntassem isso. Algumas, com certa ironia, num tom de descrença. Outras, seriamente, porque estão pensando em pintar seus telhados e querem saber se não seria tolice. Se não estariam pagando mico, sem fazer qualquer diferença.</p>
<p>Claro, nem tudo é tão simples assim. Um telhado pequeno não faz diferença no universo, como uma andorinha não faz verão. No plano macro, quero dizer. Porque no plano do seu microuniverso, vai refrescar a casa, independentemente do tamanho do telhado.</p>
<p>E no plano macro, tem jeito de fazer diferença? Há gente qualificada que acredita que sim. O físico e prêmio Nobel, Stephen Chu, secretário de Energia de Obama, diz, por exemplo, que faz sentido. Tanto que ele acaba de lançar uma série de iniciativas para utilização de tecnologias de “tetos frescos” nos prédios do Departamento de Energia do EUA e nos prédios federais. É uma forma de estimular a disseminação dessas tecnologias em seu país. Os “tetos frescos” são aqueles cuja superfície é pintada com cores claras ou recebem um revestimento especial para refletir mais a luz solar e irradiar o calor ainda retido. Esses tetos reduzem os custos de refrigeração.</p>
<p>Nova York optou pelos telhados brancos na sua iniciativa de enfrentar as ilhas de calor e a mudança climática. Mas não são apenas os “tetos brancos” que caem nessa categoria dos “tetos frescos”. Os “tetos verdes” também. São tetos cobertos por vegetação, na maioria dos casos grama e flores que não exigem raízes profundas. A cidade de Toronto, por exemplo, estuda os tetos verdes desde 2004 e tem um plano para cobrir os tetos da cidade com vegetação.</p>
<p>Aí, estamos falando de outra escala, algo muito maior. É só imaginar grandes cidades, que representam um enorme território, um vasto espaço de solo ocupado. Estamos falando em milhões de quilômetros quadrados de espaço. Uma parte substancial dele pode ser, com poucas adaptações, coberta com tintas refletivas ou vegetação. Se isso fizer algum efeito, estamos falando em efeitos de muito larga escala. Será que faz?</p>
<p>Em 2004, Toronto encomendou um estudo ao Departamento de Ciência Arquitetônica da universidade Ryerson sobre os benefícios dos tetos verdes. Os resultados foram os mais encorajadores possíveis. Do ponto de vista ambiental, os benefícios indicados pelo estudo seriam: redução da quantidade de água das chuvas que escorre para o sistema de águas pluviais e do consumo de energia; vantagens estéticas, a cidade fica mais bonita; criação de  mais espaços verdes e oportunidades para produção local de alimentos.</p>
<p>Hoje, em várias cidades, condomínios inteiros transformaram seus telhados e espaços verdes em centros de produção de verduras, hortaliças, ervas e legumes orgânicos, tornando-se autosuficientes. Finalmente, um efeito muito significativo para várias cidades seria a eliminação das “ilhas de calor” que hoje caracterizam o ambiente de várias cidades grandes e médias. Várias capitais e cidades de porte médio no Brasil sofrem com o problema das ilhas de calor.</p>
<p>São Paulo já conhece bem as suas e a prefeitura pensa em parques lineares, desde 2007, para enfrentar o problema. A vantagem dos tetos verdes é que eles poupam recursos de desapropriação em que os parques fatalmente incorrem. Não devem ser pensados para substituir a idéia de dar mais parques à cidade, mas poderiam ser um complemento muito eficaz e barato. As duas idéias juntas teriam importante impacto positivo na qualidade de vida da cidade.</p>
<p>O programa de Nova York, que pretende “pintar” mais de 90 mil metros quadrados apresenta como benefícios dos tetos brancos reduzir custos de refrigeração, economizar energia e reduzir as emissões de gases estufa.</p>
<p>A questão mais controvertida está relacionada a um cenário no qual grandes extensões urbanas da terra adotassem “tetos frescos”, particularmente tetos brancos. Isso teria algum impacto no efeito estufa? A teoria diria que sim, pelo menos intuitivamente. Cidades brancas deveriam aumentar o chamado “efeito albedo”, que está diminuindo com a redução das áreas nevadas e geladas do mundo. O que é isso? É o potencial de refletividade da luz solar pelas superfícies terrestres. No caso estaríamos falando da possibilidade de termos um “efeito albedo” urbano, obtido artificialmente. Parece ficção científica, mas não é. É a idéia de “geoengenharia” mais sensata e sem danos que já ouvi.</p>
<p>O secretário Stephen Chu, não tem muita dúvida sobre os ganhos a se obter com os “tetos frescos”.</p>
<blockquote><p>“Tetos frescos são uma das formas mais rápidas e de menor custo com que podemos reduzir as emissões globais de carbono e começar o árduo trabalho de desacelerar a mudança climática”. (Stephen Chu)</p></blockquote>
<p>Em artigo publicado na revista Climatic Change de junho de 2009, pesquisadores do Lawrence Berkeley National Laboratory, concluem que</p>
<blockquote><p>“Em escala global, estimamos que o aumento nos albedos, mundialmente, dos telhados urbanos e superfícies pavimentadas induziria um forçamento radiativo negativo na Terra equivalente à neutralização de perto de 44 Gt de emissões de CO2.” Hashem Akbari, Surabi Menon e Arthur Rosenfeld &#8211; “Global cooling: increasing world-wide urban albedos<br />
to offset CO2”</p></blockquote>
<p>Traduzindo: em escala global, tetos e ruas adequadamente revestidos ou pintados refletiriam luz solar, tendo um efeito na mudança climática equivalente à neutralização de 44 gigatoneladas de carbono. Um efeito nada desprezível.</p>
<p>Em estudo publicado no início deste ano, na Environmental Research Letters, pesquisadores do Lawrence Berkeley National Laboratory, da NASA e da universidade Concordia, de Montreal, elevaram essa estimativa, para todas as áreas urbanas do globo para o equivalente à neutralização de 57 Gt de carbono.</p>
<p>Art Rosenfeld, um dos autores, dá uma idéia mais prática do que isso significaria:</p>
<blockquote><p>“Contudo, se nós assumirmos que os tetos têm uma vida útil de 20 anos, podemos pensar em uma taxa anual equivalente a 1,2 Gt por ano. Isso neutraliza as emissões de aproximadamente 300 milhões de carros (em torno do total de carros no mundo) por 20 anos!”</p></blockquote>
<p>Ou seja, seria o mesmo que tirar todos os carros da rua. Claro, nem todos os telhados e nem todas as ruas do mundo serão tratados assim. Mas só de imaginar se a maioria das grandes cidades conseguisse realmente pintar e plantar seus telhados e pintar as áreas de estacionamento, já teríamos um efeito enorme.</p>
<p>Estudo liderado por Keith Oleson do National Center for Atmospheric Research, publicado na Geophysical Research Letters, examinando os “efeitos dos tetos brancos na temperatura urbana em um modelo global do clima”, chegou a conclusões semelhantes. Com a cautela típica dos cientistas, Oleson disse sobre suas conclusões que: “nossa pesquisa demonstra que tetos brancos, pelo menos em teoria, podem ser um método efetivo para reduzir o calor urbano”. Segundo ele, “ainda é preciso determinar se é realmente viável para as cidades pintarem seus tetos de branco”.</p>
<p>Uma coisa é certa. A tentativa de espalhar tetos frescos, brancos ou verdes pelas cidades deveria ser parte de qualquer política de cidades sustentáveis.</p>
<p>Ouça também meu comentário hoje na CBN:<br />
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		<title>O mistério dos raios: Brasil coloca a culpa no clima e não discute planejamento</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 20:10:48 +0000</pubDate>
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Comentários de Sérgio Abranches na CBN sobre o apagão.Risco sistêmico leva a efeito dominó. Um risco derivado de erros repetidos de política energética.
O mistério dos raios ou a explicação exotérica para a incapacidade de analisar com seriedade as causas do apagão.
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			</a>
		</div>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 15.0px 0.0px; font: 18.0px Helvetica;"><span style="letter-spacing: 0.0px;">Comentários de Sérgio Abranches na CBN sobre o apagão.<span id="more-466"></span><span style="text-decoration: underline; letter-spacing: 0.0px color;"><a href="http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/sergio-abranches/2009/11/11/DIVERSIFICACAO-DAS-FONTES-ENERGETICAS-EVITARIA-APAGAO-E-EFEITO-DOMINO.htm">Risco sistêmico</a></span><span style="letter-spacing: 0.0px;"> leva a efeito dominó. Um risco derivado de erros repetidos de política energética.</span></span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 15.0px 0.0px; font: 18.0px Helvetica;"><span style="letter-spacing: 0.0px;">O <a href="http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/sergio-abranches/2009/11/12/O-MISTERIO-DOS-RAIOS-BRASIL-COLOCA-A-CULPA-NO-CLIMA-E-NAO-DISCUTE-PLANEJAMENTO.htm"><span style="text-decoration: underline; letter-spacing: 0.0px color;">mistério dos raios</span></a> ou a explicação exotérica para a incapacidade de analisar com seriedade as causas do apagão.</span></p>
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		<title>Reunião do Clima de Barcelona</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 15:56:03 +0000</pubDate>
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Consenso aparente, divisões ainda insanáveis. Comentário de Sérgio Abranches na CBN. Veja também: A Abertura de Barcelona e China e Brasil: dois pivôs no jogo de Copenhague
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			</a>
		</div>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 18.0px Helvetica;"><span style="letter-spacing: 0.0px;">Consenso aparente, divisões ainda insanáveis. Comentário de Sérgio Abranches <a href="http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/sergio-abranches/2009/11/03/HOJE-E-A-ULTIMA-REUNIAO-ANTES-DA-CONFERENCIA-DO-CLIMA-EM-DEZEMBRO.htm"><span style="text-decoration: underline; letter-spacing: 0.0px color;">na CBN</span></a>. Veja também:<span style="color: #2d00a7;"> <a href="http://www.ecopolitica.com.br/2009/11/02/a-abertura-de-barcelona-o-que-devemos-esperar-desse-jogo/"><span style="text-decoration: underline; letter-spacing: 0.0px;">A Abertura de Barcelona</span></a> e <a href="http://www.ecopolitica.com.br/2009/11/03/china-e-brasil-dois-pivos-no-jogo-de-copenhague/"><span style="text-decoration: underline; letter-spacing: 0.0px;">China e Brasil: dois pivôs no jogo de Copenhague</span></a></span></span></p>
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		<title>Estudo independente sobre emissões brasileiras de carbono revela erros de políticas públicas</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 16:47:45 +0000</pubDate>
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Estudo sobre emissões brasileiras de gases de efeito estufa mostra que elas cresceram e que estamos ficando como os outros países, perdendo vantagens porque sujamos nossa matriz elétrica. Os números revelam os custos de erros continuados de política energética, que se acentuaram no governo Lula. Ele suprem carência de informação trazida por outro erro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 18.0px Helvetica;"><span style="letter-spacing: 0.0px;">Estudo sobre emissões brasileiras de gases de efeito estufa mostra que elas cresceram e que estamos ficando como os outros países, perdendo vantagens porque sujamos nossa matriz elétrica. Os números revelam os custos de erros continuados de política energética, que se acentuaram no governo Lula. Ele suprem carência de informação trazida por outro erro de política pública: a sonegação pelo ministério da Ciência e Tecnologia dos números do inventário de emissões. Meu <a href="http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/sergio-abranches/2009/10/27/ESTUDO-SOBRE-EMISSOES-DE-GASES-DO-EFEITO-ESTUFA-NO-BRASIL-TRAZ-MAS-NOTICIAS.htm"><span style="text-decoration: underline; letter-spacing: 0.0px color;">comentário na CBN</span></a> hoje, baseado em matéria de Rafael Garcia para a Folha de São Paulo.</span></p>
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		<title>Conflito entre agricultura e meio ambiente é um falso problema</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 19:50:57 +0000</pubDate>
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Só os atrasados confrontam as regras ambientais. Mas a agropecuária brasileira terá que mudar suas práticas ambientais e sociais, se quiser continuar competitiva no mercado mundial. Campeã de agrotóxicos, desmatamento e fraglantes de trabalho escravo, sem chance no Século XXI. Comentário de Sérgio Abranches na CBN.
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<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica;"><span style="letter-spacing: 0.0px;">Só os atrasados confrontam as regras ambientais. Mas a agropecuária brasileira terá que mudar suas práticas ambientais e sociais, se quiser continuar competitiva no mercado mundial. Campeã de agrotóxicos, desmatamento e fraglantes de trabalho escravo, sem chance no Século XXI. Comentário de Sérgio Abranches <a href="http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/sergio-abranches/2009/10/26/EMBATE-ENTRE-AGRICULTURA-E-MEIO-AMBIENTE-E-UM-FALSO-CONFLITO.htm"><span style="text-decoration: underline; letter-spacing: 0.0px color;">na CBN</span></a>.</span></p>
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		<title>Brasil pode aceitar metas de emissões e desmatamento</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 19:48:13 +0000</pubDate>
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Minc e Suzana Kahn anunciam que Brasil poderá aceitar metas em Copenhague. Problema é saber se o resto do governo concordará. TCU disse que 13% do PAC tem irregularidades ambientais. Metas de pico em 2020 de emissões e declinar. Metas de desmatamento, segundo Minc, seriam de redução de 80%. As metas de pico das emisõses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.ecopolitica.com.br%2F2009%2F09%2F30%2Fbrasil-pode-aceitar-metas-de-emissoes-e-desmatamento%2F"><br />
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<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica;"><span style="letter-spacing: 0.0px;">Minc e Suzana Kahn anunciam que Brasil poderá aceitar metas em Copenhague. Problema é saber se o resto do governo concordará. TCU disse que 13% do PAC tem irregularidades ambientais. Metas de pico em 2020 de emissões e declinar. Metas de desmatamento, segundo Minc, seriam de redução de 80%. As metas de pico das emisõses em 2020, são consistentes com o que se está negociando para os emergentes. Única meta de desmatamento aceitável é de desmatamento zero. Comentário de <a href="http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/sergio-abranches/2009/09/30/BRASIL-TERA-METAS-DE-REDUCAO-DE-QUEIMADAS-E-DAS-EMISSOES-DE-CO2.htm"><span style="text-decoration: underline; letter-spacing: 0.0px color;">Sérgio Abranches na CBN</span></a>.</span></p>
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