Artigos31 janeiro

Relatório sobre desenvolvimento sustentável global propõe metas

Sérgio Abranches

O relatório “Povo Resiliente, Planeta Resiliente: O Futuro que vale escolher”, do Painel de Alto Nível sobre Sustentabilidade Global das Nações Unidas, foi lançado ontem em Adis-Abeba. O relatório contém uma série de propostas concretas, nenhuma, porém, de implementação imediata. Leia Mais »

Comentário30 janeiro

Rio+20 sem foco e sem consenso

Sérgio Abranches

Reunião sobre a versão zero da proposta de resolução da Rio+20 revelou insatisfação generalizada com o texto e fortes divergências em vários tópicos. Leia Mais »

Trilhas20 janeiro

BNDES e FINEP financiam etanol de segunda geração

Sérgio Abranches

O BNDES e a FINEP vão financiar a pesquisa e desenvolvimento de etanol celulósico até a fase de projeto piloto, informa o Valor Econômico. Leia Mais »

Comentário12 janeiro

Chegada de diesel com menos enxofre não é motivo para comemorar

Estamos atrasados na redução do teor de enxofre do diesel. Este ano deveria começar com o S50 (50 partículas de enxofre por milhão- ppm) nos postos, para substituir o diesel com 500 ppm, usado no Rio de Janeiro e São Paulo. No resto do país, é diesel com 2000 ppm, um absurdo. Mas quem vai aos postos não encontra o S50, ou encontra os dois – o sujo e o mais limpo – como se fossem opcionais. O novo é mais caro, os motoristas preferem o velho. Leia Mais »

Comentário10 janeiro

Subsídios encarecem energia e impedem mudança no Brasil

Os brasileiros pagarão na conta de luz mais de 20 bilhões de reais para subsidiar uma política energética cheia de equívocos e erros graves de planejamento, estratégia e à qual falta visão para o futuro. Os custos desses subsídios vêm subindo fortemente. Além de encarecer a eletricidade, os subsídios promovem a ineficiência, estimulam o uso de energia suja e tornam ainda mais difícil a mudança para energia renováveis limpas. Leia Mais »

Comentário09 janeiro

Chuvas revelam omissão dos governos com a segurança da população

Governos, Judiciário e Legislativo não entenderam ainda que a realidade climática mudou. Já está chovendo mais em períodos concentrados, aumentando o perigo de desastres. O risco já é mais alto e permanente. O quadro já é mais grave. Mas os governos continuam atrasados, reagem, ao invés de agir. Os recursos são manipulados politicamente. Não há sentimento de urgência, nem prioridade. Leia Mais »