Opinião14 dezembro

André Urani

Sérgio Abranches
Já nem lembro quando conheci André Urani. O tempo que se tem com os bons amigos e as boas pessoas não se conta pela quantidade de anos, mas pela qualidade dos encontros. André era bom economista, bom brasileiro, boa pessoa e bom amigo. Leia Mais »

COP17, Opinião29 novembro

Desculpas para não aprovar um novo acordo legal sobre mudança climática

OPINIÃO

Sérgio Abranches, de Durban
O rumor de que o Canadá vai anunciar sua retirada do Protocolo de Quioto, usando o artigo 27, que faculta a qualquer parte retirar-se do Protocolo após três anos, tem gerado muita reação negativa de países em desenvolvimento e de ONGs. A saída do Canadá é um fato relevante? Leia Mais »

Opinião22 setembro

Mudança no código florestal começa mal trajetória no Senado

Sérgio Abranches

A discussão da proposta que altera o Código Florestal, facilitando a redução de áreas de preservação permanente (APPs), anistiando grileiros e desmatadores, e aumentando a insegurança climática e ambiental do país começou mal. Leia Mais »

Opinião19 maio

Acordo sobre Código Florestal fere democracia, mancha reputações e alimenta impunidade geral

Sérgio Abranches

Acordo entre partidos para aprovar mudança no Código Florestal e livrar o ministro Palocci de depor no Congresso, ameaça patrimônio natural, cria risco de desmatamento e desastres e destrói mecanismo fundamental da democracia. Todos perdem, inclusive Palocci. Só os maus produtores que nada têm a perder ganham. Leia Mais »

Opinião04 maio

Banalização da urgência ameaça patrimônio natural e boa agricultura

Sérgio Abranches

A aprovação da urgência do projeto de alteração do Código Florestal, independentemente da substância da proposta, cujas deficiências são notórias, revela vários problemas do funcionamento do sistema político brasileiro. Leia Mais »

Opinião20 março

Revolta dos trabalhadores de Jirau: caso para a Força Nacional?

Sérgio Abranches

Não há acaso na coincidência entre as várias ocorrências registradas em relação aos projetos de hidrelétricas na Amazônia. As das obras das hidrelétricas do rio Madeira, Santo Antônio e Jirau, foram paralisadas por razões trabalhistas, com violência no caso de Jirau. Jirau já custará 44% além do que foi determinado em leilão, passando de R$ 9 bilhões, para R$ 13 bilhões. Belo Monte começa a ser construída com base em licenças extemporâneas, sem fundamento técnico. A empreiteira iniciou as obras de Belo Monte, no meio do carnaval, para evitar a atenção do público. Leia Mais »