Sérgio Abranches
Manuel é um empresário de Moçambique. Dirige uma firma de investimentos e participações, que atua em praticamente todos os setores da economia africana. Mora na Namíbia, até agora todos os investimentos do grupo foram feitos com recursos próprios. Tem uma posição que lhe dá uma visão panorâmica e ao mesmo tempo profunda do que se passa na África. Conversamos recentemente sobre a África e suas relações com a China. Em off, por isso não escrevo seu sobrenome. Leia Mais »
Sérgio Abranches
O frigorífico JBS-Friboi, processado com mais outros 13 pelo Ministério Público Federal do Acre por comprar carne de fazendas embargadas por desmatamento ou trabalho escravo, assinou ontem um Termo de Ajuste de Conduta, TAC. É parte do acordo judicial que interrompe o processo. É bom para a empresa, porque a livra do processo. Na negociação ela acaba conseguindo condições muito favoráveis para atingir padrões de responsabilidade e qualidade que, por seu porte, por ser financiada por recursos públicos e ter o BNDES como sócio, tinha obrigação de já praticar. Leia Mais »
Sérgio Abranches
Há alguns anos um amigo meu me procurou para saber porque eu havia centrado parte de minhas análises na questão da mudança climática. Respondi que considerava que esse seria o fator determinante da economia política do século XXI, impulsionaria a inovação tecnológica e transformaria os padrões de produção e consumo da economia global. Leia Mais »
Sérgio Abranches
Ontem falei de soluções ambientalmente corretas e economicamente lucrativas para aterros sanitários com capacidade já esgotada na Inglaterra. Hoje ficamos sabendo da explosão e desmoronamento do aterro Pajoan, na periferia de Itaquaquecetuba, em São Paulo. A geração de lixo no país cresceu 7 vezes em volume em dois anos. Leia Mais »
Na Inglaterra, aterros sanitários desativados são usados para plantio de capim elefante para produzir biocombustíveis. Biodigestores usarão o gás metano para gerar a eletricidade necessária à produção dos combustíveis. Leia Mais »
Sérgio Abranches
Uma climatologista vê o fogo a apenas 1,5 kms de sua casa. As chamas já estiveram mais perto, mas o vento as desviou. Ela olha e espera que o vento não mude novamente em sua direção. É única coisa que pode fazer: esperar. Provavelmente reflete sobre a seca e as queimadas florestais no Texas e sua relação com a mudança climática. O que sabe de clima não pode ajudá-la diante do fogo. Mas pode fazer muito por nosso futuro. Leia Mais »