Alguns dirão que o Acordo de Copenhague está sendo afinado para obter uma sintonia mais fina. Outros reclamarão que ele está perdendo substância. Os sinais que saíram do Fórum das Maiores Economias (MEF), reunido nesta segunda em Londres, são de que os países desenvolvidos estão abrindo mão da demanda de que as economias emergentes concordem com metas legalmente compulsórias de longo prazo para redução das emissões dos gases de efeito estufa. Vários representantes dos países desenvolvidos disseram que metas intermediárias para 2020 são mais relevantes.
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Semana passada em Vila Isabel vimos mais um episódio brutal de violência urbana no Rio de Janeiro. Guerra de facções do tráfico e confronto com a polícia.
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O presidente Lula já está subjetivamente em campanha. Tem dedicado cada vez mais tempo de sua agenda pessoal à discussão político-partidária e de estratégia eleitoral, contatos com partidos e lideranças.
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Falta um nexo na discussão dominante sobre a mitigação da mudança climática. Fala-se o tempo todo em riscos e piores cenários, quando deveríamos estar tratando dos benefícios que esse esforço gera.
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A Rede Clima, secretariada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, INPE, já está articulada e já começou a trabalhar para medir as emissões brasileiras de gases estufa. Quem conta é Gilberto Câmara, presidente do INPE. O plano é já ter o primeiro relatório em 2010. Paralelamente, o INPE criou um novo centro, o Centro de Ciências do Sistema Terrestre, dirigido pelo climatologista Carlos Nobre. O Centro terá um curso de pós-graduação em ciências do clima, com o objetivo de formar uma nova geração de pesquisadores, com visão de longo prazo e multidisciplinar, capacitados não apenas em modelagens do sistema terrestre, mas em formulação e análise de políticas públicas. São 15 pesquisadores no momento, que chegarão a 50, em 2 a 3 anos, e 100, em quatro anos.
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Quando a Cop 10 terminou em Buenos Aires, em dezembro de 2004, com fracasso total das negociações, ficou claro que havia dois grandes obstáculos a um novo acordo global do clima: o EUA e o G77. Bancoc, em 2009, terminou em um impasse no qual os protagonistas eram o EUA e o G77. Mas, do lado do EUA, muita coisa mudou de a COP de Buenos Aires. Será que para cabeças do G77 como China e Brasil não?
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