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	<title>Comentários sobre: Porque devemos abandonar o Protocolo de Kyoto e almejar muito mais</title>
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	<description>Política Mudança Climática Século XXI</description>
	<lastBuildDate>Fri, 20 Jan 2012 15:36:09 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Paulo Drummond</title>
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		<dc:creator>Paulo Drummond</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 01:10:24 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei muito do artigo, como de todos os demais que tenho lido aqui neste endereço. Concordo com a velhice precoce de Kyoto e penso que o Brasil precisa ter ousadia na sua proposta, mesmo que quem proporá não tem números suficientes. O país precisa liderar e pra isso precisa descolar do grupo do nhenhenhém. Entretanto, não concordo com o fato de ter colocado o descrescimento como ameaça por trás de uma visão apocalíptica. Não creio que a base conceitual do descrescimento seja o nivelamento por baixo, coisa que considero estúpida. Também considero a simplicidade voluntária um extremo inviável e desconexo. Entretanto, a redução gradual da cultura do desperdício, a reformulação do conceito de eficiência energética em quase todas as suas acepções e — principalmente — a mudança cultural do crescimento do pib (a qualquer custo) é o santo graal, fazem parte de um conjunto de ações e atitudes que são desvios ortogonais e que podem solucionar impasses hoje bastante comuns a vários países.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei muito do artigo, como de todos os demais que tenho lido aqui neste endereço. Concordo com a velhice precoce de Kyoto e penso que o Brasil precisa ter ousadia na sua proposta, mesmo que quem proporá não tem números suficientes. O país precisa liderar e pra isso precisa descolar do grupo do nhenhenhém. Entretanto, não concordo com o fato de ter colocado o descrescimento como ameaça por trás de uma visão apocalíptica. Não creio que a base conceitual do descrescimento seja o nivelamento por baixo, coisa que considero estúpida. Também considero a simplicidade voluntária um extremo inviável e desconexo. Entretanto, a redução gradual da cultura do desperdício, a reformulação do conceito de eficiência energética em quase todas as suas acepções e — principalmente — a mudança cultural do crescimento do pib (a qualquer custo) é o santo graal, fazem parte de um conjunto de ações e atitudes que são desvios ortogonais e que podem solucionar impasses hoje bastante comuns a vários países.</p>
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		<title>Por: sabranches</title>
		<link>http://www.ecopolitica.com.br/2009/10/09/porque-devemos-abandonar-o-protocolo-de-kyoto-e-almejar-muito-mais/comment-page-1/#comment-62</link>
		<dc:creator>sabranches</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 15:18:16 +0000</pubDate>
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		<description>Eduardo,
Obrigado. Entendo a posição com relação à India. Como entre os países desenvolvidos também há metas diferenciadas, elas poderiam ser igualmente distintas entre os grandes emissores emergentes, entretanto, enquadrados em um Anexo próprio, separando-os  dos países pobres.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eduardo,<br />
Obrigado. Entendo a posição com relação à India. Como entre os países desenvolvidos também há metas diferenciadas, elas poderiam ser igualmente distintas entre os grandes emissores emergentes, entretanto, enquadrados em um Anexo próprio, separando-os  dos países pobres.</p>
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		<title>Por: Eduardo Viola</title>
		<link>http://www.ecopolitica.com.br/2009/10/09/porque-devemos-abandonar-o-protocolo-de-kyoto-e-almejar-muito-mais/comment-page-1/#comment-61</link>
		<dc:creator>Eduardo Viola</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 15:15:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.ecopolitica.com.br/?p=333#comment-61</guid>
		<description>Excelente Sérgio, como sempre!! Os trabalhos que voce realiza na CBN ecopolitica, no blog e no twiter sao de uma relevancia cada vez maior: qualidade empírica e analitica, capacidade de comunicar, espírito enjagado abrindo horizontes. Parabéns!! A comunidade climática brasileira e mundial devem estar muito agradecidas.  
Concordo plenamente com seu artigo, com a pequena discordância que penso que a India deve ter um prazo um pouco maior que 2020 para estabilizar emissoes. Não esqueçamos que as emissoes per capita da India sao de 1,2 toneladas, comparadas com as 5 a 7 toneladas de China e Brasil. Participei em dois excelentes seminários em Delhi e Mumbai um par de semanas atrás, cientistas e decisores indianos responsáveis com uma mentalidade similar à nossa, justificavam consistentemente porque India, como emergente de renda baixa, precisa de um tratamento um tanto diferenciado comparado com os emergentes de renda média. Penso que o tratamento deve ser igual sim, com relação a significativa redução da curva de crescimento de emissões desde já. 
Forte abraço,
Eduardo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente Sérgio, como sempre!! Os trabalhos que voce realiza na CBN ecopolitica, no blog e no twiter sao de uma relevancia cada vez maior: qualidade empírica e analitica, capacidade de comunicar, espírito enjagado abrindo horizontes. Parabéns!! A comunidade climática brasileira e mundial devem estar muito agradecidas.<br />
Concordo plenamente com seu artigo, com a pequena discordância que penso que a India deve ter um prazo um pouco maior que 2020 para estabilizar emissoes. Não esqueçamos que as emissoes per capita da India sao de 1,2 toneladas, comparadas com as 5 a 7 toneladas de China e Brasil. Participei em dois excelentes seminários em Delhi e Mumbai um par de semanas atrás, cientistas e decisores indianos responsáveis com uma mentalidade similar à nossa, justificavam consistentemente porque India, como emergente de renda baixa, precisa de um tratamento um tanto diferenciado comparado com os emergentes de renda média. Penso que o tratamento deve ser igual sim, com relação a significativa redução da curva de crescimento de emissões desde já.<br />
Forte abraço,<br />
Eduardo</p>
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