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	<title>Comentários sobre: A revolução genômica</title>
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	<description>Política Mudança Climática Século XXI</description>
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		<title>Por: sabranches</title>
		<link>http://www.ecopolitica.com.br/2009/08/21/a-revolucao-genomica/comment-page-1/#comment-30</link>
		<dc:creator>sabranches</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 00:26:26 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo muito com você, Érica. Acho que tem engenharia genética do bem - vacinas, cura de doenças cerebrais q têm origem genética a que se refere o Paulino Niemeyer - e do mal roundup-ready, o caso da tinta de que vc fala.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo muito com você, Érica. Acho que tem engenharia genética do bem &#8211; vacinas, cura de doenças cerebrais q têm origem genética a que se refere o Paulino Niemeyer &#8211; e do mal roundup-ready, o caso da tinta de que vc fala.</p>
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		<title>Por: Érica Rosa</title>
		<link>http://www.ecopolitica.com.br/2009/08/21/a-revolucao-genomica/comment-page-1/#comment-29</link>
		<dc:creator>Érica Rosa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 00:25:08 +0000</pubDate>
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		<description>Sobre a questão dos biocombustíveis, vejo a questão com muita cautela e reservas.

A transgenia é um processo que ocorre na natureza tão antigo quanto a própria história da vida na Terra. Os organimos ao longo do tempo, sofrem mutações que podem trazer ou não alterações morfológicas e/ou fisiológicas, onde os mais bem adaptados, sobreviverão deixando seu legado, salve Darwin!
Logo, entende-se por trangenia as alterações, isto é, a supressão ou o acréscimo de genes a um genótipo implementando mudanças àquele organismo.

Pois bem, a transgenia dita &quot;natural&quot; é lenta e gradual, permitindo que o meio ambiente absorva as mudanças sem maiores consequencias; a engenharia genética por sua vez, apresenta propostas e soluções a meu ver, imediatistas para a questão dos combustíveis o que muito me apavora, pelo simples fato de serem antinaturais e trazerem prejuízos muitas vezes irreversíveis.

A questão da soja é um ótimo exemplo de trangenia que só trouxe prejuízos à EMBRAPA e às nossas florestas, trazendo lucros e nos obrigando a pagar `&#039;royalties&#039; à multinacional Monsanto, exatamente por não termos condições de competir com os &quot;grãos perfeitos&quot; criados em laboratório pela Monsanto. A manipulação dos grãos perfeitos aliás, é hoje grande objeto de conflito nas áreas de agricultura, engenharia genética e pesquisadores da área de Botânica.

A título de ilustração, cito o caso da tinta anti-incrustante utilizada em navios que busca livrar o casco da famosa bioincrustação, pois bem, a tinta é citotóxica e vem causando mutações em peixes e molucos desequilibrando a teia alimentar entre outros danos mais gravosos. Desta forma, é prudente que antes de apostar numa nova droga, tecnologia ou combustível, seja feito um estudo detalhado sobre possíveis impactos aliado a experimentos para avaliar à pena ou não.

Fora isso, não há como falar em produção sem falar em resíduo e a questão do lixo é hoje uma das maiores problemáticas mundiais. Seguindo este raciocínio, surge a pergunta: Por que produzir se podemos reaproveitar? Existem biocombustíveis, biodigestores e uma série de outras aplicações inteligentes do material orgânico reciclado.

Vejo com bons olhos todavia, a engenharia genética que se esmera na produção de novas vacinas e se propõe a solucionar problemas médicos através da clonagem terapêutica e etc.

Obrigada por ter disponibilizado mais este canal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre a questão dos biocombustíveis, vejo a questão com muita cautela e reservas.</p>
<p>A transgenia é um processo que ocorre na natureza tão antigo quanto a própria história da vida na Terra. Os organimos ao longo do tempo, sofrem mutações que podem trazer ou não alterações morfológicas e/ou fisiológicas, onde os mais bem adaptados, sobreviverão deixando seu legado, salve Darwin!<br />
Logo, entende-se por trangenia as alterações, isto é, a supressão ou o acréscimo de genes a um genótipo implementando mudanças àquele organismo.</p>
<p>Pois bem, a transgenia dita &#8220;natural&#8221; é lenta e gradual, permitindo que o meio ambiente absorva as mudanças sem maiores consequencias; a engenharia genética por sua vez, apresenta propostas e soluções a meu ver, imediatistas para a questão dos combustíveis o que muito me apavora, pelo simples fato de serem antinaturais e trazerem prejuízos muitas vezes irreversíveis.</p>
<p>A questão da soja é um ótimo exemplo de trangenia que só trouxe prejuízos à EMBRAPA e às nossas florestas, trazendo lucros e nos obrigando a pagar `&#8217;royalties&#8217; à multinacional Monsanto, exatamente por não termos condições de competir com os &#8220;grãos perfeitos&#8221; criados em laboratório pela Monsanto. A manipulação dos grãos perfeitos aliás, é hoje grande objeto de conflito nas áreas de agricultura, engenharia genética e pesquisadores da área de Botânica.</p>
<p>A título de ilustração, cito o caso da tinta anti-incrustante utilizada em navios que busca livrar o casco da famosa bioincrustação, pois bem, a tinta é citotóxica e vem causando mutações em peixes e molucos desequilibrando a teia alimentar entre outros danos mais gravosos. Desta forma, é prudente que antes de apostar numa nova droga, tecnologia ou combustível, seja feito um estudo detalhado sobre possíveis impactos aliado a experimentos para avaliar à pena ou não.</p>
<p>Fora isso, não há como falar em produção sem falar em resíduo e a questão do lixo é hoje uma das maiores problemáticas mundiais. Seguindo este raciocínio, surge a pergunta: Por que produzir se podemos reaproveitar? Existem biocombustíveis, biodigestores e uma série de outras aplicações inteligentes do material orgânico reciclado.</p>
<p>Vejo com bons olhos todavia, a engenharia genética que se esmera na produção de novas vacinas e se propõe a solucionar problemas médicos através da clonagem terapêutica e etc.</p>
<p>Obrigada por ter disponibilizado mais este canal.</p>
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